quarta-feira, 30 de maio de 2012

CristianismoHoje

Excelente Revista Evangélica para Pastores, Líderes e Leigos

ABAIXO ESTÁ RELACIONADO UM DOS TÓPICOS DA EDIÇÃO DE Nº 12
Artigos / Teologia

Teologia quente

Em uma série de mensagens intitulada Teologia Quente, os tópicos eram sugeridos por membros da congregação. O mais pedido foi: “Um Deus de amor manda pessoas para o inferno?”
Por Dan Kimball
Marcando 55 minutos no relógio, eu quase bati o recorde de sermão mais longo pregado por mim. Era um sermão sobre o inferno.
Em nossa série de mensagens intitulada “teologia quente”, os tópicos eram selecionados por sugestões da congregação. A pergunta mais comum foi: “Um Deus de amor manda pessoas para o inferno?”. Isso é algo difícil de discursar em 35 minutos.
Os assuntos inferno e julgamento estão presentes em todo o Novo Testamento. Mesmo assim, não ouvimos muito sobre eles nos dias de hoje – ao menos, não na igreja. Tendemos a enfatizar outros assuntos, repetidamente, ignorando aquele, sobre o qual Jesus falava a todo tempo. Há exceções, mas pregadores anunciando “converta-se, ou você se queimará” são raros hoje em dia.
Há um episódio do seriado Seinfeld no qual o namorado da Elaine, Puddy, se torna um cristão. Ele começa ouvindo música evangélica e fica avisando insistentemente a Elaine que ela vai para o inferno. Em um determinado momento, ele pede para ela roubar o jornal dos vizinhos, pois já que ela “iria pro inferno, não tinha problema em fazer aquilo”. Elaine “explodiu” e começou a bater nele com o jornal, dizendo: “se eu vou para o inferno, você ao menos deveria se preocupar com isso!”.
Creio que Elaine esteja certa. Nós não podemos encarar o inferno como uma mera doutrina, desconsiderando a impacto humano que ela causa. O ensino sobre o inferno não deve acontecer para que as pessoas conheçam os pormenores da fé cristã, ou para que a curiosidade teológica seja satisfeita. Se cremos na realidade do inferno e no fato de que aqueles que foram criados por Deus à sua imagem haverão de viver a eternidade em comunhão com ele ou distante dele, deveríamos anunciar as boas novas do evangelho e também aquelas notícias que não são tão agradáveis.
É evidente que isso exige equilíbrio. Cristãos têm sido acusados de fazerem do inferno seu principal tópico para anunciar a salvação. Penso ser esta uma alteração do evangelho completo, anunciado em 1 Co 15. Todavia, se ignorarmos a realidade do inferno e do julgamento, faremos de um dos maiores ensinos de Jesus uma simples metáfora obscura.
Pela tendência da igreja quanto ao desequilíbrio no que diz respeito ao anúncio do inferno, além das pressuposições culturais sobre vida após a morte, iniciei meu sermão lendo com a congregação todas as passagens do Novo Testamento sobre o inferno. Isso tomou algum tempo, mas fez com que as pessoas ficassem atentas e pensativas. Nós comparamos aquelas passagens com o popular “portal do inferno” para vermos como tivemos nossas convicções influenciadas pela cultura, como o diabo vermelho com chifres e tridente, por exemplo.
Em seguida, analisamos os conceitos de vida após a morte presentes em outras culturas e confissões religiosas. Os cristãos não são os únicos que crêem no “inferno”. Apesar do crescente desconforto de nossa cultura com a idéia do julgamento eterno, não deveríamos nos constranger ao anunciar uma tese tão defendida por diversos segmentos religiosos ao longo de todas as épocas, inclusive a vigente.
Liderei a congregação em um estudo das palavras que são traduzidas por “inferno”: Jesus utilizou Gehenna, o depósito de lixo nos arredores de Jerusalém, onde os corpos eram lançados, onde os vermes os comiam e o fogo não parava de queimar.
Finalmente, voltamos para Elaine do seriado Seinfeld e destacamos o que é mais importante: a missão.
Como afirmou Charles Spurgeon, “Se pecadores haverão de perecer, que pereçam com nossos braços ao redor de seus joelhos; que ninguém experimente os tormentos do inferno sem que tenha recebido nosso aviso e nossas orações”.

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SITE DA REVISTA
http://www.cristianismohoje.com.br/

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Revista Teologia Brasileira


NÚMERO 01, ANO 2012
EDITORIAL
Apresentamos aos leitores a revista Teologia Brasileira, uma publicação de Edições Vida Nova.

Agradecemos àqueles que contribuíram para o antigo site. Estendemos nossa gratidão àqueles que se unem ao que agora se transforma numa revista virtual mensal. Como os leitores perceberão, esta terá novos autores, novo layout
e ISSN.

A partir de agora a revista Teologia Brasileira oferecerá três a quatro textos por mês. Estes textos serão ensaios curtos que tratarão de temas importantes para a teologia cristã. Nosso intuito é divulgar textos que contemplem as seguintes seções: Bíblia e exegese, teologia sistemática e filosófica, teologia pastoral, história da igreja, missões e evangelização e apologética. Por isso, contribuições nessas áreas serão muito bem-vindas. Além disso, também queremos usar a revista para alcançar pastores, presbíteros e diáconos, chamando-os a se engajarem numa reforma devocional e ética da igreja. Para isso, publicaremos textos sobre pregação, oração, devoção, relacionamento com a cultura etc.

Neste mês oferecemos aos leitores textos sobre a vocação pastoral (ministério), o papel dos ministros no século 21 (atualidades) e sobre hermenêutica e pregação (ministério). Destacaremos também uma entrevista com Marcos Eberlin e um vídeo com William Lane Craig, ambos preletores do 8º. Congresso de Teologia Vida Nova, que acontecerá nos dias 13 a 16 de março deste ano.

FONTE DE PESQUISA : Revista Teologia Brasileira

SITE: http://www.teologiabrasileira.com.br/

terça-feira, 15 de maio de 2012

Projeto Spurgeon - Participe!

Recebemos o e-mail do Seminarista Luiz que encaminhou esse link maravilhoso, contendo muitos sermões do grande pregador Spurgeon.

Ainda há um vasto material a ser traduzido, muito embora há bastante coisa maravilhosa e interessantíssima já em português.

Acesse ao site e participe: clique aqui.


Quer saber mais sobre esse grande pregador, acesse aqui.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

14 de Maio de 1948 - Comemoração da Fundação do Estado de Israel

Hoje, 14 de Maio comemora-se a fundação do Estado de Israel.

Em 14 de maio de 1948, um dia antes do fim do Mandato Britânico, a Agência Judaica proclamou a independência, nomeando o país de Israel.

A incapacidade inglesa em fazer frente aos ataques terroristas de grupos judeus, fator somado a liderança política e paramilitar de Ben Gurion, forçou os britânicos a conceder aos judeus um estado na Palestina, ao terminarem o Mandato da Liga das Nações. Isto se deu com base na Resolução 181 das Nações Unidas, referente ao Plano de Partição do território, para constituição de um estado judeu e um estado árabe.

No dia seguinte, cinco países da Liga Árabe, Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque, apoiados pela Arábia Saudita e pelo Iêmen, invadiram o território do antigo Mandato Britânico da Palestina, iniciando a Guerra árabe-israelense de 1948.

Marrocos, Sudão, Iêmen e Arábia Saudita também enviaram tropas para ajudar os invasores. Após um ano de combates, um cessar-fogo foi declarado e uma fronteira temporária, conhecida como Linha Verde, foi estabelecida.

Os territórios anexados da Jordânia tornaram-se conhecidos como Cisjordânia e Jerusalém Oriental, o Egito assumiu o controle da Faixa de Gaza.

Israel foi admitido como membro das Nações Unidas em 11 de maio de 1949.

Durante o conflito 711 000 árabes, de acordo com estimativas das Nações Unidas, ou cerca de 80% da população árabe anterior, fugiram do país. O destino dos refugiados palestinos de hoje é um grande ponto de discórdia no conflito israelo-palestino.


Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Frase do Dia!

Recebi esse e-mail do Prof. Zito e a mensagem é realmente espetacular.

Pra refletirmos sobre nosso país.

FRASE DE 1920 ...
Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".


Refletindo sobre a mensagem acima, vemos que o Evangelho e a Palavra de Deus estão realmente em dia conosco.

Em que pese a Bíblia Sagrada ter sido escrita num período tão distante do nosso, seu conteúdo, vem ao encontro da nossa realidade.

Por isso, leia a Bíblia. Cresça. Evolua. Seja um cristão racional.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

CACP - Agenda Missiologia III - Provas e Trabalhos

Queridos alunos seminaristas do CACP, abaixo a agenda pro fim de semestre e os respectivos trabalhos a fazerem.

Quero antes de tudo, agradecer a todos pelo carinho e atenção que vocês têm demonstrado em aula.

Agenda:

24/05 (quinta) - 1ª Turma apresentará os trabalhos

31/05 (quinta) - 2ª Turma apresentará os trabalhos

14/06 (quinta) - Prova Semestral


Sobre os trabalhos:

1) Seminarista Julio Cesar Bussolo - tema: Justian Von Weltz (dia 24)

2) Seminarista Luiz Carlos - tema: David Beirnerd (dia 24)

3) Seminarista Maria Aparecida - tema: Nikolaus Ludwig Von Zinzendorf (dia 31)

4) Seminarista Diego Melo - tema: Willian Carey (dia 31)

Obs - Os trabalhos serão feitos de acordo com as normas técnicas acadêmicas do CACP. A apresentação será de 15min a 30min com simulação de aula.


sexta-feira, 27 de abril de 2012

PASTOR - um ofício antagônico!

Texto escrito pelo Pr. Júlio César Loureiro Ronqui.

PASTOR - um ofício antagônico!


Hoje acordei com vontade de escrever um pouco sobre o Ofício de Pastor.

Exerço essa função há cerca de 4 anos, sei que ainda é pouco, perto dos grandes homens e servos de Deus que passaram sua vida toda pastoreando.

Mas só quem vivencia esse cargo sabe como ele é antagônico!

Antagônico, porque:


- o Médico é bem visto pela sociedade.
se o tratamento por ele indicado é bom: é um bom médico.
se o tratamento falha: infelizmente a doença foi mais forte.

- o Advogado é bem visto pela sociedade.
se ele ganha o processo judicial: é um bom advogado.
se ele perde o processo: infelizmente o juiz, "data vênia" se equivocou.

- o Professor é bem visto pela sociedade.
se o aluno se dá bem na vida: meu professor foi muito bom.
se o aluno só repete de ano: infelizmente, ele não leva jeito pro estudo.

- o Dentista é bem visto pela sociedade.
se o paciente não tem cáries: o dentista fez um ótimo trabalho.
se o paciente é cheio de cáries e problemas dentais: ele não escova os dentes.

- o Comerciante é bem visto pela sociedade.
se o cliente ganha desconto: ele é um ótimo vendedor
se o cliente não ganha desconto: infelizmente esse é o preço de mercado.

e assim posso citar tantas outras profissões e ofícios que permeiam a história da humanidade.

Mas e o PASTORADO??

Com o Pastor SEMPRE É DIFERENTE!

NÓS PASTORES fazemos de TUDO e até o que não podemos pelas OVELHAS.
Mas infelizmente, algumas vezes, não conseguimos alcançar ou superar todas expectativas dos fiéis.

NÓS PASTORES buscamos de TUDO para abençoar a Igreja.
Mas infelizmente, algumas vezes, também erramos, pois somos seres humanos.

NÓS PASTORES por mais que preguemos ou falemos.
Mas infelizmente, por causa de uma pequena parcela de maus pastores (exploradores da fé de muitos nécios), os verdadeiros e bons pastores são perseguidos e humilhados.

Esse Ofício é realmente antagônico.

AMO SER PASTOR.
AMO CUIDAR DA IGREJA DO SENHOR.
AMO CUIDAR DAS OVELHAS DO SENHOR.
AMO SER EXEMPLO e espelhar a vida de CRISTO.

Mas realmente, PASTOREAR (de verdade) não é pra qualquer um.

A TODOS que um dia tiveram problemas com seu pastor(a), olhe para ele(a) e veja que há um SER HUMANO lá.

QUANTAS NOITES ORAMOS, VISITAMOS, PERDEMOS NOSSO DESCANSO, NOSSO FIM DE SEMANA, em favor da sua vida!

E por pouca coisa VOCÊ JOGA TUDO FORA!?


Porque a mídia critica os PASTORES, você acredita! Lógico, o mundo "jaz no maligno"

Porque tua família critica os PASTORES, você acredita! Lógico, ser amigo do mundo é perder a amizade com Deus!

LEMBREM-SE: O verdadeiro Pastor é aquele que dá a vida pelas ovelhas. Jesus Cristo, nosso sumo-pastor deu sua vida.

O termo PASTOR hoje em dia, em virtude dos "maus pastores" está banalizado.

Nos meus tempos de criança ser PASTOR era:
- ser Santo,
- ser Exemplo,
- ser uma pessoa Honesta e Séria.

Hoje, infelizmente, ser PASTOR, para muitos significa:
- ser Explorador,
- ser Usurpador,
- ser mais um "mercenário".

Não se esqueçam:
NÃO EXISTE APENAS JOIO!
Sim, há o Trigo! E muito Trigo.
Muitos bons Pastores, homens e mulheres de Deus fazendo tudo com amor à Obra de Deus, ao Evangelho, à Salvação pelas vidas.

Esse texto, é para TODOS que se dizem ou já foram CRISTÃOS.


abraços,
graça e paz,
no amor do nosso Senhor Jesus Cristo.



Pr. Júlio César Loureiro Ronqui,

Presidente da CAAPE - Comunidade Apostólica Ágape
um Ministério de doutrina METODISTA WESLEYANA.

É Teólogo pela FTML, Bacharel em Direito pela Unorp.
É Professor de Missiologia no Seminário CACP e Funcionário Público desde 2002.

domingo, 22 de abril de 2012

Hoje comemora-se o encerramento do Concílio de Constança

Hoje, 22 de Abril, comemora-se o encerramento do Concílio de Constança.

Para nós, protestantes, não há nada que comemorar, pelo contrário, essa data é para nos lembramos que nesse mesmo dia, em 1418 foram dadas as sentenças de morte aos pré-reformadores: Jan Huss e seus seguidores.

O Concílio de Constança, realizado entre 1414 e 1418 em Constança, foi um concílio ecumênico da Igreja Católica. O seu principal objectivo foi acabar com o cisma papal que tinha resultado do Papado de Avignon, ou "a captividade babilónica da Igreja", como também é conhecido (um termo cunhado por Martinho Lutero).

Quando o concílio foi convocado, havia três papas, todos clamavando legitimidade. Alguns anos antes, em um dos primeiros golpes que afectaram o movimento conciliador, os bispos do Concílio de Pisa tinham deposto ambos os papas anteriores e elegido um terceiro papa, argumentando que, em tal situação, um concílio de bispos tem mais autoridade do que um Papa. Isto apenas contribuiu para agravar o cisma.

Com o apoio de Sigismundo, sacro Imperador romano, o Concílio de Constança recomendou que todos os três papas abdicassem, e que um outro fosse escolhido. Em parte por causa da presença constante do imperador, outros monarcas exigiram que tivessem uma palavra a dizer na escolha do papa.

Grande parte da discussão no conselho foi ocupada na tentativa de acalmar monarcas seculares, mais do que em efectuar uma reforma da igreja e da sua hierarquia.

Um segundo objectivo do concílio foi continuar as reformas iniciadas pelo Concílio de Pisa. Estas reformas foram largamente dirigidas contra John Wycliffe, Jan Hus e seus seguidores. Jan Hus foi condenado pelo concílio à morte na fogueira e queimado vivo a 6 de julho de 1415.

O concílio também tentou iniciar reformas eclesiásticas. Foi mais tarde declarado que um concílio de bispos não tem maior influência do que o Papa.

O concílio elegeu em 1417 o Papa Martinho V.

Fonte: Wikipedia. (clique aqui)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Vídeo: Estudo bíblico sobre o mal.

Assista a pregação e o estudo bíblico do Bispo Ildo, da Igreja Metodista Livre.

Um tema fantástico, que norteia a mente de muitas pessoas:

Se Deus é onipotente e bom, por que existe o mal no mundo?


sábado, 31 de março de 2012

Cinco pontos entre Arminianismo e Calvinismo

A pedido do aluno, seminarista, Júlio Sérgio Busolo, do Seminário CACP, faço essa postagem.

Quero deixar claro que respeitamos todos os pontos de vista e que esse estudo é apenas para realçar as diferenças entre Jacobus Armínio (1560-1609) e João Calvino (1509-1564).

A fonte que retirei esse material é da Apostila de Estudo do Curso de Teologia de Wesley, ministrado pela FTML, organizado pelo Prof. Pr. Dionísio Oliveira da Silva, edição de 2005.

faça o download desse trabalho no arquivo do Word 2007 formatado. (clique aqui)

A - O Arminianismo

O ponto principal desse movimento é o livre-arbítrio. Armínio na verdade não era opositor da predestinação, entretanto, ele questionava as bases sobre as quais os argumentos calvinistas eram construídos.

1) A predestinação é condicional, não absoluta, ou seja, Deus elege ou reprova com base na fé ou na incredulidade. O pecador deve exercer a sua própria fé, para crer em Cristo e ser salvo.

Os que se perdem, perdem-se por livre escolha: não quiseram crer em Cristo, rejeitaram a graça auxiliadora de Deus. (Dt 30:19, Jo 5:40, 8:24, Ef 1:5,6-12, Tg 1:14, 1 Pe 1:2 e Ap 3:20 e 22:17)

2) A expiação é universal. O sacrifício de Cristo torna possível a toda e qualquer pessoa ser salvo pela fé, mas não assegura a salvação de ninguém. Só os que crêem Nele, e todos os que crêem, serão salvos. (Jo 3:16, 12:32, 17:21, 1 Jo 2:2, 1Co 15:22, 1Tm 2:3-4, Hb 2:9, 2Pe 3:9)

3) O livre-arbítrio, ou liberdade humana é a forma de responder à salvação ou não. Embora a queda de Adão tenha afetado seriamente a natureza humana, as pessoas não ficaram num estado de total incapacidade espiritual. Todo pecador pode arrepender-se e crer, por livre-arbítrio, e determinar seu destino eterno. O pecador precisa da ajuda do Espírito Santo, e só é regenerado depois de crer, porque o exercício da fé é a participação humana no novo nascimento. (Is 55:7, Mt 25:41-46, Mc 9:47-48, Rm 14:10-12, 2Co 5:10)

4) A graça pode ser rejeitada. Deus faz tudo o que deve, para salvar os pecadores. Estes, porém, sendo livres, podem resistir aos apelos da graça. Se o pecador não reagir positivamente, o Espírito Santo não lhe pode conceder vida. Portanto, a graça de Deus, não é infalível nem irresistível. O homem pode frustrar a vontade de Deus para sua salvação. (Lc 18:23, 19:41-42, Ef 4:30, 1Ts 5:19)

5) Os crentes regenerados pelo Espírito podem cair da graça e perder-se eternamente. Embora, o pecador tenha exercido fé, crido em Cristo e nascido de novo para crescer na santificação, ele poderá cair da graça. Só quem perseverar até o fim é que será salvo. (Lc 21:36, Gl 5:4, Hb 6:6, 10:26-27, 2Pe 2:20-22)

B - O Calvinismo

O ponto principal do calvinismo está na predestinação. Na realidade a controvérsia entre os arminianos e calvinistas surgiu principalmente por questões políticas e não de fé. Os nacionalistas calvinistas se opunham à implantação do sistema mercantil que se estabeleceria através de relacionamentos comerciais com a Espanha (católica), no qual era visto pelos puritanos calvinistas prejudicial e uma ameaça perigosa de corrupção à Igreja holandesa, da época.

1) A raça humana é totalmente depravada. O homem herdou a culpa do pecado de Adão e nada pode fazer para sua salvação. O homem natural não pode nem sequer apreciar as coisas de Deus. Menos ainda salvar-se. Ele é cego, surdo, mudo, impotente, leproso espiritual, morto em seu pecado, insensível à graça comum. Se Deus não tomar a iniciativa, influindo-lhe de fé salvadora, e fazendo-o ressuscitar espiritualmente, o homem natural continuará morto eternamente. (Sl 51:5, Jr 13:23, Rm 3:10-12, 7:18, 1Co 2:14, Ef 1:3-12 Cl 2:11-13)

2) A eleição é incondicional e independente do mérito humano ou da presciência de Deus. A eleição é fundamentada na soberania da vontade de Deus. Ele elege alguns para a salvação em Cristo, reprovando os demais. Deus não tem obrigação de salvar ninguém, nem homens, nem angjos decaídos. Resolveu soberanamente salvar alguns homens (reprovando os demais) e torná-los filhos adotivos quando eram ainda filhos das trevas. Teve misericórdia de algumas criaturas, e deixou as demais (inclusive os demônios) entregues às suas próprias paixões pecaminosas. A salvação é efetuada totalmente por Deus. A fé, como salvação, é Dom de Deus ao homem, não do homem a Deus. (Ml 1:2-3, Jo 6:65, 13:18, 15:6, 17:9, At 13:48, Rm 8:29-33, 9:16, 11:5-7, Ef 1:4-5, 2:18-10, 2Ts 2:13, 1Pe 2:8-9, Jd 1:4)

3)A expiação é limitada. A obra de Cristo na cruz é restringida aos eleitos para a salvação. Segundo Agostinho a graça de Deus é "suficiente para todos, eficiente para os eleitos". Cristo foi sacrificado para redimir Seu povo, não para tentar redimi-lo. Ele abriu a porta da salvação para todos, porém, só os eleitos querem entrar, e efetivamente entram. (Jo 17:6,9-10, At 20:28, Ef 5:25, Tt 3:5)

4) A graça é irresistível. Embora os homens possam resistir à graça de Deus, ela é, todavia infalível: acaba convencendo o pecador de seu estado depravado, convertendo-o, dando-lhe nova vida e santificando-o. O Espírito Santo realiza isto sem coação. É como o rapaz que acaba ganhando ao amor de sua eleita, e ela acaba casando-se com ele, livremente. Deus age e o crente reage, livremente. Quem se perde tem consciência de que stá livremente rejeitando a salvação. Alguns escarnecem de Deus, outros se enfurecem, outros adiam a decisão, outros demonstram total indiferença para com as coisas sagradas. Todos, porém, agem livremente. (Jr 3:3, 5:24, 24:7, Ez 11:19, 20, 36:26-27, 1Co 4:7, 2Co 5:17, Ef 1:19-20, Cl 2:13, Hb 12:2)

5) Os santos perseveram. Nada há no homem que o habilite a perseverar na obediência e fidelidade ao Senhor. O Espírito é quem persevera pacientemente, exercendo misericórdia e disciplina, na condução do crente. Quando ímpio, estava morte em seu pecado e ressuscitou: Cristo lhe aplicou Seu sangue remidor, e a graça salvífica de Deus infundiu-lhe fé para crer em Cristo e obedecer a Deus. Se todo o processo de salvação é obra de Deus, o homem não pode perdê-la! Segundo a Bíblia, é impossível ao crente regenerado perder sua salvação. Poderá pecar e morrer fisicamente. (1 Co 5:1-5) Os apóstatas nunca nasceram de novo, jamais se converteram. (Is 54:10, Jo 6:51, Rm 5:8-10, 8:28-39, 11:29, Fp 1:6, 2Ts 3:3, Hb 7:25)

Bom, agora, você aluno, seminarista, teólogo, ou mesmo curioso na área tire suas conclusões sobre o tema, lembrando-se sempre que precisamos respeitar as diferenças, até porque "teologia" e "doutrina" não levam ninguém pro "céu"!

Como sou um pastor metodista-wesleyano de coração, paixão, amor e dedicação, não poderia deixar de lado o tópico abaixo, que se encontra no mesmo trabalho do Prof. Pr. Dionísio.

C - O Arminianismo Wesleyano

Apesar de John Wesley ter sido educado sob as influências de princípios calvinistas de sua época, visto que seu pai era um presbítero anglicano (puritanismo calvinista), e especialmente por sua mãe, uma vez que Wesley e os irmãos foram ensinados em casa, por ela, o conceito wesleyano sobre a relação entre a soberania de Deus e a liberdade humana, foi desenvolvido tendo uma maior ênfase os princípios arminianos.

Arminio sustentava uma visão elevada acerca da santificação, mas falhou ao não ver como Wesley viu, que a santificação também é recebida pela fé e administrada pelo Espírito Santo.

Para os doutrinadores, há o brocardo que diz: "a ortodoxia arminiana infundida com o calor e o poder do Espírito Santo".

O arminianismo-wesleyano também se caracteriza pela oposição ao liberalismo pelagiano (Pelágio, foi teólogo britânico que ensinava que viver isento do pecado era uma possibilidade humana, requerendo muita força de vontade). Wesley insistia na necessitade de Cristo, o Redentor.

Igualmente, Wesley também se opunha ao antinomianismo do alto calvinismo, ao reconhecer a necessidade da libertação da "mancha da depravação".

(Segundo o wikipedia: Antinomianismo (um termo cunhado por Martinho Lutero, do grego ἀντί, "contra" + νόμος, "lei") é definida como uma declaração que, sob a dispensação do evangelho da graça, a lei moral é de nenhum uso ou obrigação, porque somente a fé é necessária para a salvação.)

O ponto central da visão wesleyana, diferentemente de Armínio que focava na capacidade da liberdade da vontade humana, estava no fato que Wesley via o homem natural como diabólico, mal, completamente depravado e corrupto. Para Wesley, qualquer bem em qualquer homem só era possível pela graça de Deus.

A ação e a dependência do Espírito Santo foi o elemento especial que Wesley acrescentou à percepção que teve Armínio.

Para Wesley a fé não era meramente uma afirmação intelectual ou um dom extra de Deus concedido aos eleitos, mas um novo modo de vida, cuja expressão concreta resultava sempre na glorificação de Cristo.

A ênfase calvinista sobre a salvação estava centrada na "perfeição na fé", entretanto para Wesley, uma dimensão maior havia, ou seja, "perfeição em amor e obediência".

Para Wesley o verdadeiro cristão, salvo, era aquele cuja fé era ativa em amor.

Além disso, para Wesley a fé não era causa da salvação, mas condição necessária para recebê-la. Wesley dizia que a fé não salva ninguém, mas estabelece um relacionamento entre o ser humano e Cristo, o qual nos conduz à salvação.

Para Wesley a fé era mais que uma mera crença, para ele atitude de fé envolvia confiança, dependência e relacionamento.

Wesley conclamava o povo em sua época para um apelo:

a) da necessidade de uma experiência pessoal e transformadora por meio da graça perdoadora de Deus pelos pecados cometidos.

b) do poder do Espírito Santo para remover a mancha do pecado interior (inbred sin) e,

c) de uma vida verdadeira com Deus a ser vivida neste mundo que respondesse as necessidades da sociedade golpeada pelo orgulho e pela avareza do ser humano.


Bibliografia:

- Gonzales, Justo. A Era dos dogmas e das dúvidas. Ed. Vida Nova. (1984)

- Heitzenrater, Richard P. Wesley e o povo chamado metodista. Ed. Editeo.(2006)

- Livro de Disciplina da Igreja Metodista Livre.

- Runyon, Teodore. A Nova Criação. A Teologia de João Wesley hoje. Ed. Editeo (2006)

Catecismo Maior e Breve Catecismo de Westminster

Bom galera, a pedido dos alunos do Seminário CACP, na nossa última aula, 29/03/12, me pediram esses documentos.

Então estou colocando aqui no PlugVida Estudo dois importantíssimos documentos:

- Catecismo Maior de Westminster (baixar clique aqui)

- Breve Catecismo de Westminster (baixar clique aqui)

Ambos catecismos são fundamentais para muitas Igrejas históricas e tradicionais, nos quais as bases da doutrina cristã são evidenciados neles.

A Confissão de Fé de Westminster é uma confissão de fé reformada, de orientação calvinista. Adotada por muitas igrejas presbiterianas e reformadas ao redor do mundo, esta Confissão de Fé foi produzida pela Assembléia de Westminster e aprovada pelo parlamento inglês em 1643.

Para saber mais acesse: Wikipedia

Fonte dos Catecismos: site monergismo


domingo, 18 de março de 2012

Morre o Patriarca de Alexandria e Papa da Igreja Ortodoxa Copta

No dia 17/03/2012 faleceu Nazir Gayed Raphaël, conhecido como Sua Beatitude Shenouda III, o Líder da Igreja Ortodoxa Copta.

Shenouda 3º buscou aliviar as tensões sectárias em suas quatro décadas na chefia da Igreja Ortodoxa do Egito.

Shenouda serviu como o 117º Papa de Alexandria desde novembro de 1971, liderando a comunidade ortodoxa que compõe a maior parte dos cristãos do Egito.

Sobre a Igreja Ortodoxa Copta

O Igreja Ortodoxa Copta, de acordo com a tradição, foi estabelecida pelo apóstolo São Marcos no Egipto em meados do século I (aproximadamente no ano 60 d.C.).

É uma Igreja não-calcedoniana, isto é, uma Igreja cristã que não está em comunhão com a Igreja Ortodoxa nem com a Igreja Católica.

É a Igreja cristã nacional do Egipto (Copta significa egípcio) e uma das igrejas orientais mais antigas do mundo.

Sobre o Miafisismo:

Miafisismo (também chamado de henofisitismo) é uma fórmula cristólogica das igrejas ortodoxas orientais e de várias outras igrejas que aderiram somente aos três primeiros concílios ecumênicos.

O miafisismo afirma que na pessoa una de Jesus Cristo, Divindade e Humanidade estão unidas em uma única ou singular natureza ("physis"), as duas estão unidas sem separação, sem confusão e sem alteração.

Historicamente, cristãos calcedonianos tem considerado o miafisismo em geral como "agradável" numa interpretação ortodoxa, mas eles, de toda forma, percebem o miafisismo dos não calcedonianos como uma forma de monofisismo. As Igrejas não calcedonianas (Ortodoxas orientais) rejeitam esta caracterização.

O termo "miafisismo" surgiu como uma resposta ao nestorianismo. Como este tem as suas raízes na tradição antioqueana e era contraposta à tradição alexandrina, cristãos na Síria e Egito que queriam se distanciar dos extremos do nestorianismo e desejam manter íntegra a sua posição teológica adotaram este termo para expressar sua posição.

A teologia do miafisismo é baseada no entendimento da natureza (em grego: φύσις - physis) de Cristo: divina e humana.

Após navegar entre as doutrinas do docetismo (que afirmava que Cristo apenas "parecia ser" humano) e o adocionismo (que Cristo era um homem que foi escolhido por Deus), a Igreja começou a explorar o mistério da natureza de Cristo com mais profundidade.

Dois pontos de vista em particular causaram controvérsia:
Nestorianismo, que ressaltava a distinção entre o divino e o humano em Cristo de tal forma que parecia serem duas pessoas vivendo num mesmo corpo. Este ponto de vista foi condenado no Primeiro Concílio de Éfeso, provocando o cisma com a Igreja Assíria do Oriente.
Eutiquianismo, que por sua vez salientava a unidade das naturezas de Cristo de tal forma que a divindade consumia completamente a sua humanidade, como um oceano consome um copo de vinagre. Esta visão foi condenada no Concílio de Calcedônia.

Em resposta ao eutiquianismo, este segundo concílio adotou o diafisismo, que claramente distingue entre "pessoa" e "natureza", afirmando que Cristo é uma pessoa em duas naturezas, mas enfatiza que as naturezas são "sem confusão, sem mudança, sem divisão e sem separação".

Os miafisitas rejeitaram esta definição como sendo quase nestoriana e, ao invés disso, aderiram à fórmula proposta por Cirilo de Alexandria, o principal opositor do nestorianismo, que tinha falado de "um [mia] natureza do Verbo de Deus encarnado" (μία φύσις τοῦ θεοῦ λόγου σεσαρκωμένη - "mia physis tou theou logou sesarkōmenē").

A distinção desta posição era de que o Cristo encarnado tinha uma natureza, mas uma natureza que é ainda tanto divina quanto humana, com todas as características de ambas. Embora os miafisitas terem condenado o eutiquianismo, ambos os grupos eram vistos como monofisitas por seus oponentes.

O Concílio de Calcedônia (451 d.C.) é geralmente visto como um divisor de águas para a cristologia entre os calcedonianos, pois nele foi adotado o diafisismo.

Porém, conforme as Igrejas orientais, especialmente as coptas, no Egito, que mantinham o miafisismo, rejeitaram a decisão do concílio, a controvérsia se tornou um enorme problema sócio-político para o Império bizantino.

Houve diversas tentativas de reconciliação entre os campos (incluindo o Henotikon, de 482 d.C.) e o poder mudou de lado várias vezes.

Porém, a decisão de Calcedônia continua o ensinamento oficial da Igreja Ortodoxa, da Igreja Católica e dos protestantes tradicionais (como os luteranos). As Igrejas não calcedonianas ortodoxas são geralmente agrupados sob a Ortodoxia oriental.

Quer saber mais, acesse Wikipedia.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Pr. Júlio César ministra sua 1ª aula na Faculdade CACP

Ontem, terça-feira, 13/03/12, o Pr. Júlio César Loureiro Ronqui iniciou suas atividades como professor no CACP (Centro Apologético Cristão de Pesquisas).

O convite foi feito pelo Reitor e Diretor do CACP, Pr. João Flavio Martinez.

Ontem, sua aula inaugural foi na turma do 1º ano em bacharelado em Teologia.

A disciplina a ser ministrada será a Missiologia.

O Pr. Julio Cesar falou sobre a presença da Missionária Silvia Boni na Caape e sobre a obra missionária na Europa.

As aulas do Pr. Júlio César serão inicialmente às quintas-feiras, às 21h, para a turma do 3º ano em bacharelado em Teologia.

Acesse ao site do CACP, faça sua inscrição.

São diversos cursos e disciplinas em módulos, exclusivos para abençoar sua vida.

domingo, 4 de março de 2012

A importância dos milagres de Jesus

Recebemos por e-mail o vídeo da pregação do Bispo Ildo, da Igreja Metodista Livre.
O tema é muito abençoador, pois hoje vemos pastores usando os milagres, mas esquecendo-se da importância de uma vida com Jesus! Uma vida santa! Buscar primeiro o Reino de Deus.
Veja o que Jesus realmente queria transmitir e ensinar por meio dos milagres operados!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Novos indícios sobre ressurreição de Jesus são revelados em estudo

De acordo com a matéria que saiu na Folha de Sao Paulo, na edição de hoje, um grupo de arqueólogos teriam feito descobertas.

Vejamos a matéria:

"Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que indica indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.

"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou na terça-feira à agência de notícias Efe o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.

O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém.

Um ano antes, no mesmo lugar, havia um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para estudar o local desde que não houvesse participação humana. Para atender ao pedido, usou-se câmeras de alta tecnologia.

IMAGEM DE PEIXE

Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca. Segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.

A pesquisa também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Efe o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".

"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, "The Jesus Discovery".

O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.

Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário "O Túmulo Secreto de Jesus", produzido pelo cineasta James Cameron.

Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo a Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus.

Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro "O Código da Vinci", de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.

Fonte, clique aqui.


Nota do Plug Vida Estudos:

Mais uma vez a ressurreição de Jesus é colocada em evidência. Mais que isso, a Folha de São Paulo, tenta de forma sublime induzir o leitor a respeito da narrativa do livro "O Código da Vinci".

Não há nenhuma relação entre esse livro e a pesquisa feita pelo Prof. James Tabor. Pelo amor de Deus!!

Em breve mais descobertas far-se-ão no mundo da arqueologia, provando que a Igreja, a Bíblia e o Cristianismo são evidentemente verdadeiros e fiéis, em outras palavras, comprovando a origem da Igreja de Cristo, sua ressuscitação.

Não há nenhum indício verdadeiramente real que ligue Jesus a um relacionamento carnal, especialmente com Maria Madalena. Isso é ultrajante!

A bem da verdade, são táticas utilizadas por pessoas irracionais, que buscam simplesmente tirar o foco dos mais fracos na fé.

Mas como Jesus disse: As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor!

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