Mostrando postagens com marcador Dicionário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicionário. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de julho de 2014

PodCast - Sermão - Vale a pena servir ao Senhor

 Noite de quarta-feira, dia 21/05/14, o Pr. Júlio Ronqui trouxe um sermão reflexivo na IMeL - Igreja Metodista Livre - de Rio Preto (Free Methodist Church).

Tema: "Evangelho é Galardão"

Ouça nosso PodCast em MP3, clicando no "play" abaixo.



Quer baixar, clique aqui e faça o download do nosso MP3.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Sermão: A salvação é individual

Ontem, domingo, 03/11/13, tivemos mais uma reunião abençoada na IMeL - Igreja Metodista Livre - de Rio Preto.

O Pr. Júlio César Loureiro Ronqui trouxe o sermão com a abordagem na Obediência ao Senhor.

Tema: A Salvação é individual
“Deus quer salvar a todos, mas chegar ao final, depende de cada um de nós”

Liturgia:
Mateus 24:35-42 NTLH
(35)  O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre.
(36)  Jesus continuou, dizendo: —Mas ninguém sabe nem o dia nem a hora em que tudo isso vai acontecer, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai.
 (37)  A vinda do Filho do Homem será como aquilo que aconteceu no tempo de Noé.

domingo, 23 de outubro de 2011

Dicionário: Pragmatismo teológico, o que é isso?

Amém queridos, graça e paz a todos.

Voltei com mais uma postagem abençoada.

Estavam com saduades, né? Ando muito ocupado e está difícil conseguir estudar um pouco e trazer aqui para vocês.

Hoje vamos falar sobre PRAGMATISMO.

Alguns pastores, teólogos e religiosos tem falado sobre esse tema, mas muitas vezes as pessoas não entende ao certo o que signifia para a teologia.

De acordo com o site Wikipédia:

O Pragmatismo constitui uma escola de filosofia estabecelecida no final do século XIX, com origem no Metaphisical Club, um grupo de especulação filosófica liderado pelo lógico Charles Sanders Peirce, pelo psicólogo William James e pelo jurista Oliver Wendell Holmes, Jr., congregando em seguida acadêmicos importantes dos Estados Unidos da América.

Qual a definição de pragmatismo?

O Pragmatismo aborda o conceito de que o sentido de tudo está na utilidade - ou efeito prático - que qualquer ato, objeto ou proposição possa ser capaz de gerar. Uma pessoa pragmatista vive pela lógica de que as ideias e atos de qualquer pessoa somente são verdadeiros se servem à solução imediata de seus problemas.
Nesse caso, define-se como Verdade o conjuto de todas suas consequências práticas relativas a determinado contexto.
Por exemplo: uma religião é somente boa quando sua consequência seja indivíduos mais generosos, pacíficos e felizes. O que torna verdade que ela é boa são suas consequências. E a filosofia deve estudar o que faz ela gerar essas consequências e como usá-las para tornar a sociedade um lugar melhor.

Na teologia Pragmatismo significa:

Conceito pelo qual o indivíduo anseia um resultado de forma prática, independentemente de como possa alcançar esse resultado. O indivíduo vive seus desafios, esperando de forma prática, resolvê-los rapidamente, como num "toque de mágica".

Onde vemos o Pragmatismo nas Igrejas hoje?

Quando vemos pastores e líderes ensinando e pregando insistentemente que Deus é "obrigado" a responder rapidamente por uma oração e um pedido do fiel.

Essa prática, muito comum nos dias de hoje, pode ser encontrada em várias denominações, onde vemos pessoas em busca de um resultado rápido, a curto prazo, independentemente como alcançá-lo.

Essa "onda pragmática" infelizmente insurge dificuldades às Igrejas cristãs tradicionais, que pregam a verdade de Jesus.

Num mundo globalizado, onde tudo é muito rápido, o cristianismo "teve" que se adaptar a essa "onda pragmática".

Assim sendo, o cristão precisa entender que "Deus não é igual a um forno microondas, que você programa os segundos e pi..... está prondo, a comida quentinha".

Não!  Deus é um ser, uma entidade suprema, na qual nós vivemos em função Dele e não o contrário.

Pare, pense e analise e veja como sua vida cristã e sua fé tem sido: pragmática?

Então você precisa ler mais a Bíblia e aprender que Deus é soberano, pois somos nós os "servos" e Ele o Pai.


Grande abraço a todos,

Paz do Senhor

Pr. Júlio César L. Ronqui



quer saber mais sobre pragmatismo no ramo psicológico, clique aqui.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Dicionário: Hedonismo, o que é isso?

Muitas vezes nos deparamos com frases no dia a dia que nos faz pensar e refletir.

É preciso ter em mente que o conhecimento (hermenêutica) do significado das palavras e entender os conceitos é fundamental para todo ser humano.

Hoje estou postando um pouco sobre o termo hedonismo, que tando a gente ouve falar.

O hedonismo (do grego hedonê, "prazer", "vontade") é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana.

Surgiu na Grécia antiga tendo importantes representantes como: Aristipo de Cirene e Epicuro.

O hedonismo filosófico moderno procura fundamentar-se numa concepção mais ampla de prazer entendida como felicidade para o maior número de pessoas.

O significado do termo em linguagem comum, bastante diverso do significado original, surgiu no iluminismo e designa uma atitude de vida voltada para a busca egoísta de prazeres materiais.

Com esse sentido, "hedonismo" é usado de maneira pejorativa, visto normalmente como sinal de decadência.

Hedonismo filosófico

O Hedonismo é muito confundido com o Epicurismo, apesar de eles serem completamente antagônicos.

O hedonismo seria como uma deturpação da filosofia epicurista, pois defende uma busca pelos prazeres carnais e como uma busca desenfreada de prazer sensual e bebedeiras.

Para Epicuro o prazer é configurado como total ausência de dor e domínio sobre as emoções e sobre si mesmo.

Antiguidade

Aristipo de Cirene (c. 435-335 a.C.), contemporâneo de Socrates, é considerado o fundador do hedonismo filosófico. Ele distinguia dois estados da alma humana, o prazer (movimento suave do amor) e a dor (movimento áspero do amor).

Segundo ele o prazer, independentemente da sua origem, tem sempre a mesma qualidade e o único caminho para a felicidade é a busca do prazer e a diminuição da dor.

Ele afirma inclusive que o prazer corpóreo é o próprio sentido da vida. Outros defensores do hedonismo clássico foram Teodoro de Cirene e Hegesias de Cirene.

É importante notar que o hedonismo cirenaico diferencia-se do hedonismo epicurista, sobretudo no que diz respeito à avaliação moral do prazer. Enquanto a escola cirenaica preceitua que o prazer é sempre um bem em si e melhor quanto mais tempo durar e quanto mais intenso for, a filosofia epicurista determina que o prazer, para ser um bem, precisa de moderação (gr. "Phronēsis").

A Idade Moderna

Julien Offray de La Mettrie, iluminista francês, atualizou o hedonismo e seu discípulo, Donatien Alphonse François de Sade, radicalizou-o, transformando-o em amoralismo, tranformando o ideal de "serenidade" em "frieza" diante de outras pessoas.

Posteriormente as teses hedonistas foram retomadas pelos autores utilitaristas Jeremy Bentham e Henry Sidgwick.

Este último autor distingue entre hedonismo psicológico e hedonismo ético:

Hedonismo psicológico é a pressuposição antropológica de que o ser humano sempre procura aumentar o seu prazer e diminuir seu sofrimento e que, assim, a busca do prazer é a única força motivadora da ação humana.

Hedonismo ético é uma teoria normativa que afirma que os homens devem ver o prazer (os bens materiais) como o mais importante em suas vidas.

Aqui diferenciam-se o egoismo hedonista, no qual o indivíduo busca somente o seu próprio bem, e o hedonismo universalista ou utilitarismo, que busca o bem de todos. (the greatest happiness to the greatest number is the foundation of morals and legislation), à idéia de que é possível a realização do máximo de utilidade com o mínimo de restrições pessoais, numa perspectiva que reduz o direito a uma simples moral do útil coletivo.

Libertando-se deste critério quantitativo da aritmética dos prazeres, Stuart Mill assume o critério da qualidade e formula a lei do interesse pessoal ou princípio hedonístico: cada indivíduo procura o bem e a riqueza e evita o mal e a miséria. Desta forma, a moral do interesse individual de Bentham aproxima-se de uma moral altruísta ou social.

Atualmente as teses hedonistas são defendidas por filósofos como o francês Michel Onfray.


Texto extraído do Wikipédia, clique aqui e veja.


Nota do PlugVida:

Atualmente, infelizmente, a teologia acabou entrando no ramo do hedonismo.

Hoje, pastores, igrejas e ministérios (em letra minúscula mesmo!) se aproveitam de alguns versículos Bíblicos para embasarem suas teorias no hedomismo.

A verdade é que Jesus nos disse que teríamos uma vida sim de bênçãos e vitórias, mas o verdadeiro cristão não pode de forma alguma buscar de forma desenfreada essa tal "felicidade" e bens materiais, lhe proporcionando um prazer carnal.

Não se esqueça das palavras do Apóstolo Paulo:

(Filipenses 4:11-13 versão ARA) Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.

Abraços a todos, bons estudos e até a próxima.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Vaticinium ex eventu - Profecia depois do fato

Nos livros teológicos, principalmente naqueles mais técnicos e acadêmicos, os quais tratam sobre textos bíblicos proféticos, muitas vezes encontramos o termo "vaticinium ex eventu".

Como estou de férias, então decidi escrever um pouco sobre esse termo, bastante usado no meio doutrinário teológico.

Fazendo o estudo para os Profetas Menores, li pela segunda vez, o Livro Introdução ao Antigo Testamento, dos autores renomados Raymond B. Dillard e Tremper Longman III, isso mesmo é o nome dos autores! da editora Vida Nova.

O mais fascinante é ver que a questão do "vaticinium ex eventu" é muito bem abordada nesse trabalho.

Começando, o termo "vaticinium ex eventu" vem do latim, que traduzindo para nosso português atual significa "profecia feita depois do fato ocorrido".

Em outras palavras, o termo em latim significa que um fato foi pós-dito, ou seja, depois que um determinado acontecimento ocorreu é que a profecia foi escrita.

Se formos analisar os escritos Bíblicos só de forma "espiritual", o "vaticinium ex eventu" jamais poderia existir.

Por exemplo, o Livro de Daniel, segundo os autores acima descritos (pg 317) explicam que para a maioria dos estudiosos teria sido escrito no século II a.C., e portanto, uma obra pseudônima que emprega a profecia depois do fato "vaticinium ex eventu".

Isto quer dizer que o Livro não teria sido escrito no século VI a.C., período em que Daniel viveu, mas sim, séculos depois de sua morte.

Por essa razão, o termo "vaticinium ex eventu" é mais utilizado tão somente na área universitária e acadêmica, visto que sua abrangência na doutrina cotidiana da Igreja não seria apropriada.

O "vaticinium ex eventu" ocorre em livros bíblicos proféticos, em outras palavras, Livros que abordam a temática profética ou escatológica. Por isso o Livro de Daniel, para alguns doutrinadores, é visto como uma obra em que a profecia foi descrita depois do acontecimento em si, por causa da datação da escrita, dos elementos consistentes na obra, que levam os pensadores mais críticos adotarem essa postura.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...